quarta-feira, 25 de junho de 2014

# 584

Bibliofilia preguiçosa, mas impecável.





# 583

The Last Picture Show.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

# 582


Transfusão de fuzz.

# 581



quinta-feira, 12 de junho de 2014

# 580


40º à sombra.

terça-feira, 10 de junho de 2014

# 579



Gradiva, um filme do Carax.

# 578

segunda-feira, 9 de junho de 2014

# 577


Someone said, "Have you ever thought about the fact that you are probably the only woman in the world who has seen both Bob Dylan and Steve Jobs naked?" I said, "At the same time?" (laughs)

# 576








































Theodor Herzl. E esta imagem, precisamente.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

# 575




Na Escócia sabem o meu nome.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

# 574





























True colors.

terça-feira, 3 de junho de 2014

# 573



































Encontrei o meu "estratégias oblíquas" mas ao contrário do sistema de cartas criado por Brian Eno o livro responde a perguntas que não faço porque vai mais à frente na nossa conversa.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

# 572

























Back

























in

























Black.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

# 571

Quando a terceira dimensão vai de per si.

# 570

Adolfo Luxúria Canibal é o meu letrista favorito na música portuguesa. No entanto não consigo separar o intérprete das letras que escreve. É impossível dissociar esta dualidade que me parece uma extraordinária transposição do caso Dr. Jeckyll e Mr. Hyde para o universo musical. Luxúria Canibal alimenta o monstro que narra ou que age, com o seu universo de alusões góticas, surreais, sexuais, subversivas ou apocalípticas, cheias de palavras que enchem a boca e vibram de pujança sonora. O que numa voz comum teria impacto relativo ganha um corpo gigante na guturalidade e na dicção marcante do vocalista dos Mão Morta. A expressão corporal contribui para ampliar o que as palavras sugeriam já. Imagens, imagens e mais imagens, cenas suficientemente vagas para fugirem ao facilitismo da correspondência directa (não apenas com a realidade), embora de uma justeza psicológica que aliada à energia das guitarras criam ficções dentro de nós. Não encontro este potencial em nenhum outro projecto nacional, e penso que isso deve-se também à interdisciplinaridade praticada pelos Mão Morta, que reúne nos seus elementos gente com conhecimentos em diferentes linguagens artísticas e escolas de pensamento várias. As palavras das canções valem tanto pelo que sugerem como pelo som que projectam. Ou talvez não. Talvez a importância do som seja o que prevalece, algo que impele a reagir numa zona recôndita em nós, adormecida ou esquecida do anseio por uma qualquer redenção. A música dos Mão Morta faz-nos sentir vivos no momento em que a escutamos, e no mundo actual nenhum outro gesto me parece mais radical que este.

Em repeat:  




Ainda chamando a atenção para a edição recente de mais um disco estupendo.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

# 569

O compositor John Cage, and friend, fotografados por William Gedney.

terça-feira, 27 de maio de 2014

# 568



Brutal, disse ele.
Enorme, ela respondeu.

# 567

























O maior elogio que me fizeram em muito tempo foi terem dito que se eu fosse um álbum de Bruce Springsteen era este que seria. Não me apercebi no momento da importância do resultado porque tinha acabado de comprar o disco e precisei de o escutar com o mínimo de atenção. Tivesse o elogio vindo da boca de uma mulher em vez de ser produto de um Quiz e o meu estado civil estaria seriamente ameaçado.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

# 566


















** (Razoável)
















* (Medíocre)




















**** (Muito Bom)

























**** (Muito Bom)

quarta-feira, 21 de maio de 2014

# 565

Adoro isto




por ser a antítese disto...




Combate desigual, mas sinto-me um bocadinho vingado nos planos estético e ideológico.

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