quinta-feira, 17 de novembro de 2016

# 725

The Economist.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

# 724


Leogato da Bahia pelo iPhone de Margarida Moz.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

# 723



“A film is like a battleground. It’s love. Hate. Action. Violence. Death. In one word: emotions.”

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

# 721



Vida plena.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

# 720

Cohen e o espírito santo fotografados para a New Yorker por Graeme Mitchell.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

# 719



Misantrópico de câncer.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

# 718


Je regarde sur la chaise le journal du matin
Les nouvelles sont mauvaises d'où qu'elles viennent
"Crois-tu qu'il va neiger?" me demande-t-elle soudain
"Me feras-tu un bébé pour Noël?"

terça-feira, 13 de setembro de 2016

# 717

Betânia Liberato "love diaries".

domingo, 11 de setembro de 2016

# 716


The Challenge.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

# 715



Parabéns a V.C.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

# 714







































Pureno.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

# 713
























«My life is as simple as I can make it. Work all day, cook, eat, wash up, telephone, hack writing, drink, television in the evenings. I almost never go out. I suppose everyone tries to ignore the passing of time: some people by doing a lot, being in California one year and Japan the next; or there’s my way—making every day and every year exactly the same. Probably neither works.»

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

# 712



'David sleeping off a long night of boozing somewhere in Siberia, 1973.' (Geoff MacCormack)

segunda-feira, 25 de julho de 2016

# 711


Campo/ contra o tempo.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

# 710





































Quem és tu?

quinta-feira, 21 de julho de 2016

# 709

Ancient history.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

# 708


Bela, descascada e motard.

domingo, 17 de julho de 2016

# 707















«-- Sim, teoricamente és machista, sem dúvida. Mas tens gostos refinados: Mallarmé, Huysmans, e isso afasta-te definitivamente do simples machista. Além disso, tens uma sensibilidade feminina anormal para escolher tecidos para a casa. Em contrapartida, vestes-te sempre como um labrego. Enquanto personagem macho grunge, até podias ter uma certa credibilidade; mas não gostas de ZZ Top, sempre preferiste Nick Drake. Em resumo, és uma personalidade paradoxal.»

segunda-feira, 11 de julho de 2016

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