quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

# 79







































Bill Eppridge.

# 78


Michael Eastman.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

# 77





Sempre ele, Gareth Bale.

# 76




Subtis molduras de ruído. Boas canções. Um óptimo regresso.

# 75






















A autora diz-nos que mais cedo ou mais tarde todas as relações "sabem a frango". Não está em causa a opinião de Sarah Polley, que vale o mesmo que outras. Podia era não ser defendida com cinema de aviário.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

# 74




Os universais.

# 73




Riscar a que não interessa.

# 72






















Judd Apatow (n. 1967) é de há tempos para cá um farol da comédia cinematográfica americana, que gerou sucedâneos que nunca se assemelham verdadeiramente com os seus filmes. Os filmes de Apatow é que fazem lembrar outros: de Hal Ashby, Robert Altman ou Henry Jaglon. Filmes que são como que variações sobre a vida real dos autores, dos actores, de toda a gente que rodeia a gente do cinema. This is 40 não é muito inspirado, evolui por movimentos concêntricos até construir o puzzle familiar, e nos seus cerca de 134 minutos (a duração é também aqui chave) tem tempo para ir conquistando os que nele se revejam. Saí satisfeito.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

# 71

Sem palavras.

# 70

And the Oscar for Best Picture goes to...




















But should have gone to...




















The Oscar is a hard learner and doesn't give a damn' about us.

# 69

# 68

"Seria bom que os jovens fossem apoiados e suportados por jogadores de referência. O que está a acontecer é que são os mais novos que estão a suportar a equipa. Faltam os tais pilares de referência que sustentam a equipa. Mas a entrega dos mais novos é espantosa. A minha esperança é que, a cada jogo, os miúdos sejam mais competitivos e seguros."

# 67

Uma grande segunda temporada. You'll never walk alone.

# 66

O mais branco cisne.

Jamie McDonald/Getty Images

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

# 63




Podia ser filme não fosse bem real e ouvido da boca de um dos protagonistas. Quando o pai pegava na carrinha para levar o míúdo que competia em motocrosse, se o filho notava que ele acordara cansado perguntava-lhe somente "Creedence?", carregava no play, e seguiam viagem.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

# 62

O homem que somos define-se pelo momento presente e como o presente permanentemente se actualiza não devemos pensar que somos mais do que fomos nem menos do que podemos ser.

# 61
































Nick Cave e a sua mulher Susie Bick, fotografados por Dominique Issermann. A intimidade encenada só protege quem se mostra, nunca quem vê.

# 60
















Como é que um mundo onde o facto essencial é sobreviver pode parecer mais simples que o nosso? "Everything is food for something else." Exactamente por ser um mundo reduzido ao essencial, que condiciona um pacto que une os poucos que por ali andam. Sem a futilidade dos questionamentos demorados e das escolhas infinitas, onde todas as decisões se ligam à preservação da vida face à ameaça da morte. Um mundo estranho, completamente fora deste mundo de segurança, conforto, e capricho. No pré-apocalipse é que é difícil viver.

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