Livro do exagero.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
# 35
Próximo do final das suas Crónicas, Bob Dylan refere-se a Joan Baez com palavras que podiam ter saído da boca de Johnny Cash para falar de June Carter. O fascínio de princípio à distância pela voz, pela instrumentista, e pela mulher. Fica a sensação de que a história de Bob com Joan, de que não estou documentado (à parte do que li nas Crónicas ou que por aí vi), foi a de um forte amor que não ganhou a eternidade, como a do casal Carter Cash que imaginamos sempre junto algures.
# 34
O seu disco "dazed and confused" gravado na turbulência própria às diferenças irreconciliáveis. Quando se trata de artistas os factos da vida tendem a tornar-se factos artísticos.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
# 29
O calcanhar de Simon Zebo, a afirmação em definitivo de Jonathan Sexton, e o deus Brian O'Driscoll.
# 28
I hate the telephone. I can’t type. I ply my trade by hand. I live on a Cornish cliff and hate cities. Three days and nights in a city are about my maximum. I don’t see many people. I write and walk and swim and drink.
le Carré
le Carré
# 25
A spaghettada acaba depressa porque uma vez chegados a Candyland o filme enche-se de uma gravidade de Holocausto que o espectador interpretará de acordo com a sua tradição cultural. Django Unchained é ópera sangrenta e subversiva (Wagner no Mississippi) destinada a acertar contas com os pecados da Humanidade. Cume máximo da ambição e do talento de Quentin Tarantino.
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